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Todos a bordo


na - 29 de Outubro, 2020 - 0 comments

Todos reconhecemos a importância das organizações investirem no onboarding de novos colaboradores. Receber de braços abertos novos elementos na organização, integrá-los e fazê-los sentirem-se parte integrante (e importante!) na viagem organizacional é dos momentos que, provavelmente (e bem ou mal) ninguém esquece. E por ser inesquecível, marcante, pode fazer toda a diferença no sentido de podermos conquistar alguém que recomenda a organização, que a reconhece e que a promove genuinamente.

Melhor do que dizer, é viver; por isso, hoje, o onboarding é uma questão de investimento, de conquista, de capacidade de captar pessoas, de ser apetecível no mercado como empregador. A esse programa somamos outros, como programas de Trainees, de gestão de talentos (viveiros), com vista a criar desde o primeiro momento esta troca equilibrada com o novo colaborador: damos uma experiência sólida, de crescimento, e em troca esperamos o engagement – o coração, a mente e a superação do colaborador.

A chegada de novos colaboradores traz energia e novidade, traz questionamento. Traz uma panóplia de expetativas diferentes e reforça a energia criativa que deve existir na organização e beneficia todos.

É por isso inegável que o onboarding, o embarcar na organização deve ser um processo pensado em pormenor. Deve fazer viver aquela ideia que “não temos segunda oportunidade para criar uma primeira boa impressão” e que, de facto, quem chega merece o nosso melhor na preparação, na integração, mas também na preocupação de não apenas “dizer” mas também “ouvir”.

Nos nossos programas procuramos aliar a emoção à construção de uma experiência de acolhimento, de aprendizagem, com recurso à gamificação e a provas de teambuilding, com desafios que geram conhecimento e adesão imediata.

Reconhecendo a importância desta relação que se estabelece com quem chega, sabemos que nem só de novos elementos vive uma organização… pelo contrário. Quem entra a bordo é fundamental, mas quem já nos acompanha na viagem é-o igualmente. O marketing ensina-nos isso com os clientes: custa mais a uma marca reter do que atrair novos clientes; tal é também verdade em relação aos colaboradores que fazem parte da organização há mais tempo, que investem na organização como se fosse sua, que a cuidam e que se envolvem.

Seria um erro considerar que colaboradores de permanência longa estão acomodados, que são uma voz desmotivada e pronta a criticar ou a contestar a organização. Se alguns existem, todos nós também já conhecemos pessoas críticas e descontentes sem tempo de casa que o justifique. O estereótipo pode ser perigoso e inadequado. O facto é que os elementos mais experientes das equipas cumprem um papel fundamental na integração de outros, no papel pedagógico de ensinar a vertente experiencial, de agirem como mentores. Têm o que os novos colaboradores procuram: feedback, capacidade de ensinar, de lhes criar desafios.

Nem todos são chefias, mas muitos são carismáticos, carregam a empresa na camisola e no coração, são os escolhidos quando se pretende alguém que participe no filme da empresa, que cumpra um papel de Embaixador ou que dê um testemunho para a newsletter. Numa organização seria um erro apostar no onboarding sem ter também uma política de “stay aboard”.

Na Neves de Almeida desenvolvemos programas que chamamos de all aboard. Programas em que revemos valores e missão da organização, em que trabalhamos áreas de melhoria, em que ajudamos a criar projetos transversais com recurso a metodologias inovadoras como o agile, o design thinking e o canvas.

Desde 2016 que promovemos o Índice da Excelência, um inquérito que procura conhecer a satisfação dos colaboradores das empresas. Este inquérito é inovador face a outros instrumentos do mercado por salientar a opinião dos colaboradores e que fatores de retenção são valorizadas pelas pessoas – que são diferentes e esperam coisas diferentes – e que iniciativas têm mais impacto, para que os colaboradores queiram continuar a bordo.

Quem já velejou sabe que tão importante é quem vai ao leme, quanto quem puxa a vela… Vivemos tempos em que é importante a partilha, a comunicação, a confiança. Com ventos e tempestades, não pode haver “homens ao mar”.
Estamos todos no mesmo barco.

Para mais informações sobre a nossa solução de onboarding clique aqui: https://quiteamind.com/qembrace/ 

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