Índice da Excelência 2018


Está em curso mais a edição do Índice da Excelência 2018.
É este o momento para as Organizações darem a voz às suas pessoas, perceberem o que vai bem e menos bem e compararem-se com o mercado.
Muitos encaram estes processos com algum receio dos resultados, o que leva a que acabem por não avançar. Mais do que um ato de coragem, considero que ouvir o que os colaboradores têm a dizer é simplesmente um ato de boa gestão. Mesmo em contextos onde sejam expectáveis resultados menos simpáticos, será seguramente uma oportunidade de perceber quais os aspetos que mesmo assim são mais e menos bem apreciados pelos colaboradores, orientando uma saudável reflexão e suportando processos de decisão.
Dar a voz aos colaboradores é, só por si, algo que encerra em si uma dinâmica positiva, que é naturalmente apreciada pelos próprios. Diria que mesmo em contextos de maior negativismo esse aparente “ato de coragem” será ainda mais valorizado.
Se juntarmos ao ato em si de ouvir o ser-se consequente com os resultados apurados, então, aí sim, estaremos a criar um ciclo virtuoso assente em 3 grandes momentos: Ouvir – Atuar – Medir.
É este o desafio que lanço a todos os líderes. Ouçam os vossos colaboradores, partilhem e promovam uma reflexão ponderada sobre os resultados, identifiquem e implementem quick-wins.
O Índice da Excelência 2018 existe para apoiar as organizações nesta jornada enriquecedora!